Sexta-feira, Maio 25, 2012

Prévia de Flamengo vs Internacional

Se Joel Santana e Dorival Júnior confirmarem os times nos esquemas habituais (4-4-2 em losango e 4-2-3-1), a superioridade numérica no meio campo será rubronegra. Se esses forem os titulares, Airton deverá marcar Josimar, enquanto Luiz Antonio, Kleberson e Ibson devem ser vigiados por Elton e Guiñazu (três contra dois). Para compensar, Fabrício tem tudo para auxiliar o setor, batendo de frente com Luiz Antonio.

Já do outro lado, o esquerdo do ataque flamenguista, um duelo individual me intriga: Ronaldinho vs Nei. Pelo posicionamento do camisa 10 da Gávea, o lateral-direto colorado será um carrapato; e pela fase dos dois, acredito em Nei levando vantagem na grande maioria das disputas.



Caso Dagoberto seja mesmo escalado na ponta esquerda, Joel pode tirar proveito com a dobradinha Léo Moura-Luiz Antonio pelo corredor direito. Já que Dagoberto não é nenhum Jorge Henrique (no sentido de marcar o lateral adversário), essa região do gramado pode ser bastante produtiva, além de poder contar com Ibson caindo por ali.

Quanto aos visitantes, canhoto, Dátolo tende a se infiltrar por dentro em parceria com Josimar, enquanto Dagoberto tende a se aproximar do centroavante, atuando mais próximo à área. Caberá ao camisa 20, também, contra-atacar às costas de Léo Moura.

Teorias e tentativas de previsão à parte, a bola rola na prática às 18h30 (horário de Brasília), no Engenhão, neste sábado, pela segunda rodada do Brasileirão 2012.

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Sem Neymar, uma ponta vaga

A dúvida é Hulk ou Wellington Nem. Não na cabeça de Mano. Na minha. Neymar não joga, enfrentou o Vélez na noite de quinta-feira. Logo, abre-se uma vaga numa das beiradas do time. Uma delas, penso eu, é de Lucas. Já a outra fica entre Hulk e Wellington Nem (evidente, isso se o treinador adotar o 4-2-3-1 rotineiro - ou o 4-3-3).

Sem Ganso, Oscar deve ser o 10, o organizador pela faixa central. Se for para trabalhar com "pés opostos", o destro Lucas pode ser aberto na esquerda, na posição de Neymar, e na disputa pela ponta direita, dois canhotos: Hulk e Wellington Nem (Giuliano?). A vantagem do atacante do Fluminense é a idade olímpica. Com Thiago Silva, David Luiz e Marcelo entre os onze, o limite de três acima dos 23 anos seria atingido. Em contra-partida, com Hulk a Seleção jogaria com "força máxima", para "garantir" um bom começo nessa série de amistosos.



Minha aposta, como visto na prancheta, é no jogador do Porto. No entanto é preciso esperar o treino desta sexta-feira (11h30, horário de Brasília) para saber o que Mano tem em mente. Talvez ele vá de Nem. Talvez vá de Hulk. Ou talvez Lucas nem seja assim tão titular como estou imaginando. Talvez Oscar jogue aberto, com Giuliano por dentro. Ou talvez fique no banco. Quem sabe até Pato começe. Ou quem sabe o esquema nem seja o 4-2-3-1. Vai saber. Não são poucas as possibilidades. Essa tentativa de previsão é apenas especulação da minha parte.

Quanto aos volantes, a camisa 5 é de Sandro (tanto na principal quanto na olímpica). Só não tenho certeza se Casemiro é mesmo a opção do técnico para formar a dupla com o meio-campista do Tottenham. Creio que sim. Mas pode ser Rômulo. E em relação à linha defensiva, sem Daniel Alves, Danilo naturalmente assume a 2; e Thiago Silva, David Luiz e Marcelo, convenhamos, são absolutos (aliás, um palpite quente dos três acima dos 23 que vão a Londres).

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Quinta-feira, Maio 24, 2012

Olá, John. Bem-vindo ao Benfica

Acabo de ler no A Bola que o holandês Ola John se apresentou ao Benfica. Em entrevista à TV do clube, o extremo-esquerdo, destro, disse que gosta de cruzar, é rápido nos dribles e marca gols, além de poder jogar nas duas beiradas.

Confesso que conheço pouco de seu futebol. Mas lembro que ele já passou aqui pelo blog, naquele 4-2-3-1 do Twente, na vitória sobre o Schalke 04 por 1 a 0, pela Liga Europa. Em seu novo time, ao menos o esquema tático tende a ser o mesmo.

No 4-2-3-1 de Jorge Jesus, Gaitán e Bruno César são os jogadores dos cantos (com Nolito correndo por fora). Se nenhum deles for transferido, esses devem ser os nomes que Ola John terá de superar para cavar uma vaga entre os onze.



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Qual o caminho de Paulinho?

A exemplo do que aconteceu com Cristian, Elias e Jucilei em temporadas passadas, após ter brilhado com a camisa do Corinthians, chegou a hora do também volante Paulinho deixar o Brasil?

Cristian foi para o Fenerbahce há três anos e está lá até hoje, titularíssimo. Jucilei foi para o "time do Roberto Carlos", o russo Anzhi, onde também é titular. E Elias prestou grandes serviços ao Atlético de Madri, mas acabou cedido ao Sporting.

Contudo o foco aqui é Paulinho. E seu destino.



Se fosse jogar na Europa, onde o 8 do Timão encontraria espaço? Real Madrid? Barcelona? Não. Milan? United? Bayern? Acho que não.

Que Paulinho é bola, não se discute. Na minha visão, porém, não tem mercado entre os gigantes europeus. Já nas equipes do "segundo escalão", entendo que seria dono da posição. E leia-se "segundo escalão" clubes que disputam a Champions League com frequência, como os grandes da França, de Portugal, da Ucrânia, da Rússia, da Turquia...

Em relação à Seleção, na minha modesta opinião, Paulinho não tem vaga entre os onze. Com boa vontade, vá lá, cabe no elenco. E olhe lá. Pelo seguinte: há melhores opções, pois o leque é bem mais amplo. Por isso penso que "ficar no Brasil por causa da Copa" não deve ser tão relevante assim numa possível negociação.

E, claro, existe a alternativa de seguir no Corinthians, quem sabe com o título da Libertadores, a garantia no Mundial de Clubes e a chance de ser bicampeão brasileiro. O que, convenhamos, não é nada mal.

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Terça-feira, Maio 22, 2012

Pré-jogo: paciência vs contra-ataque

Wellington Nem e Santiago Silva devem ser as novidades da partida desta quarta-feira, no Engenhão. Em jogo, uma vaga nas semifinais da Copa Libertadores da América. No duelo de ida, 1 a 0 para o Boca Juniors, na Bombonera. Por essas e outras, espera-se uma escalação ofensiva por parte de Abel Braga, com o camisa 18 entre eles.

Com Carleto no lugar do suspenso Carlinhos, o treinador tem tudo para abrir o canhoto Nem na direita e o destro Sobis na esquerda, com Thiago Neves por dentro e Rafael Moura na referência (Deco e Fred são desfalques). Entre os pontas, Sobis deve se aproximar de seu xará e arrematar a gol com mais frequência que Nem. Já a dupla de volantes, se o 4-2-3-1 for mantido, deve ser formada por Edinho e Jean, ambos encarregados em prestar atenção dobrada em Riquelme.



Pelo lado dos visitantes, creio em laterais mais presos, em função das presenças de Wellington Nem e Rafael Sobis (se é que vão mesmo existir). Com laterais menos soltos, cabe aos meio-campistas e aos atacantes as tramas de avanço. Portanto, além da dupla de atacantes (Silva e Mouche - ou Cvitanich), Riquelme pode alimentar Rivero e Erviti, dependendo de suas ligeiras ultrapassagens pelos espaços deixados por Edinho e Jean (se forem titulares, claro).

Apesar de ter entre os adversários Juan Román Riquelme, mestre da cadência e da distribuição, no Rio de Janeiro o Fluminense deve ter mais posse de bola e consequentemente menos oportunidades para contra-golpear. Logo, inteligência e paciência serão mais vitais ao Tricolor do que a correria e a velocidade. Ao time argentino, em contra-partida, interessa quase com exclusividade a transição rápida entre defesa e ataque (em regra passando pelo pé do 10).

Mesmo se sair atrás do placar, acredito no Boca focado no contra-ataque, pois até a derrota por 2 a 1 o classifica. Esse panorama só deve mudar em caso de vitória parcial do Flu por mais de dois gols de diferença, imagino eu. Teorias e tentativas de previsão à parte, no entanto, a bola rola para valer às 19h30 (horário de Brasília).

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Quinta-feira, Maio 17, 2012

Igualdade no duelo de ida

Quando os esquemas táticos se encaixam, nossa vida fica facilitada. Como no caso do clássico desta quarta-feira, em São Januário, pela partida de ida das quartas de final da Libertadores: 4-3-3 versus 4-2-3-1.

Graças às estruturas, os duelos individuais ficaram bem definidos. No meio-campo, Nilton vs Danilo, Juninho vs Ralf e Rômulo vs Paulinho. E nas beiradas, Fagner vs Emerson, Thiago Feltri vs Jorge Henrique, Alessandro vs Diego Souza, e Fábio Santos vs Eder Luis.

Na primeira etapa os sistemas defensivos prevaleceram. Tanto do lado dos donos da casa quanto dos visitantes, a marcação se sobressaiu, e por conseguinte as investidas ofensivas deixaram a desejar, e raras chances de gol foram criadas.



No segundo tempo, porém, o jogo abriu de vez. Os espaços surgiram e, consequentemente, as oportunidades foram aparecendo, para ambos os lados (embora, no frigir dos ovos, o Vasco tenha levado mais perigo). Eder Luis e Emerson (que inverteu de canto com Jorge Henrique nos 45 minutos finais), foram os motores de suas equipes, as válvulas de escape de seus times. O camisa 7 cruzmaltino e o 11 alvinegro correram para mais de metro.

Sobre as estratégias em si, chamou-me a atenção a ausência de tiros de longe. Pelas condições climáticas e do gramado (muita chuva, sem tantas poças d'água), acreditava que os arremates de fora da área seriam bastante utilizados. Contudo me pareceu evidente que a orientação, tanto de Cristóvão quanto de Tite, era a seguinte: encurtar a distância e não deixar o adversário chutar de longe de forma alguma. E olha que havia jogadores peritos nesse quesito, como Juninho e Alex, por exemplo.

Alex, aliás, foi nulo. Atuando como centroavante (Elton no banco), o 12 do Timão passou desapercebido - a não ser por uma cobrança de falta. Como centroavante, também, mais adiantando, devido ao posicionamento, teve raras chances de chutar de fora da área.

Até entendo a opção do treinador em colocar os velozes Emerson e Jorge Henrique pelas pontas, para jogar às costas e frear as subidas dos laterais. Mas Alex de 9, sinceramente não entendi. Como não entendi as alterações do comandante do Gigante da Colina, ao tirar numa tacada só Juninho e Diego Souza. Apesar de não poder perder pulmão (setor de Paulinho), jogando em casa jamais teria sacado dois atletas decisivos como eles.

No fim das contas, o zero a zero não foi de todo mal para o Vasco, já que, no mata-mata, gol fora de casa é meio caminho andando. O (nem tão) simples empate com gols no duelo de volta classifica o clube carioca. No Pacaembu, porém, o Corinthians tem tudo para se impor, ainda mais se o gramado estiver em boas condições, e se Alex jogar na dele.

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Segunda-feira, Abril 23, 2012

El Clásico serve de exemplo

A Liga acabou. Justa, merecida e incontestavelmente, o Real Madrid papou o nacional e quebrou a série de três troféus seguidos erguidos pelo Barcelona. Agora é a vez da Champions League.

O panorama da partida de volta, nesta terça-feira, no Campo Nou, é bastante previsível: Chelsea super fechado, ocupando os espaços com uma linha de quatro e outra de cinco, à espera do contra-ataque. Na verdade, nada diferente do ocorrido no Stamford Bridge.

No clássico de sábado, foi o que os blancos fizeram - contudo não tão escancarado quanto os blues. No clássico de sábado, o Madrid jogou muito mais que o Chelsea e fez por merecer a vitória 2 a 1. Vitória por 2 a 1, por sinal, não serve ao Barcelona diante do time londrino.

Que saldo Guardiola pode tirar da derrota para o rival espanhol, visando o confronto com o Chelsea? Para mim, alguns. Como, por exemplo, a titularidade de Piqué. Não sei qual o clima entre ele e Pep, as notícias que pipocam sugerem que a relação entre eles não é das melhores. No entanto, Piqué é alto e pode ajudar na bola aérea (defensiva e ofensiva), além de ser relativamente rápido, para correr atrás de Ramires e companhia limitada.

Outro ponto, penso eu, é a utilização do 4-3-3. Não é culpa do sistema tático, claro, mas no 3-4-3, com Daniel Alves na ponta direita, frente ao Madrid, o Barça poucas chances criou. Frente ao Chelsea, creio que a melhor opção seja Daniel Alves na lateral, com Alexis de ponta-direita, revezando com o falso 9 Messi. Quanto à ponta esquerda, imagino que seja mais interessante um atacante de ofício a Iniesta (Pedro, Cuenca ou Tello). Em relação à meia-cancha, Busquets, Xavi e Iniesta (Fàbregas no banco).

A dificuldade dos donos da casa será imensa. Não é novidade. E depois do que vimos no Stamford Bridge, não será novidade também se o todo-poderoso Barça for eliminado (nunca pensei que fosse escrever isso). Resta-nos aguardar para ver.

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Sábado, Abril 21, 2012

Iniesta: meia, ponta ou banco?

É tudo ou nada para o Barcelona. O próprio Guardiola admitiu - e não poderia ser diferente - que "La Liga está en manos del Madrid". Logo, penso que ele mandará a campo uma formação mais atrevida - se é que podemos usar esse adjetivo, já que a equipe é praticamente sempre a mesma (não necessariamente nos nomes e na estrutura tática, mas sim na essência).

Faz tempo que Pep vem escalando Iniesta na ponta esquerda, com Busquets, Xavi e Fàbregas no meio campo do tradicional 4-3-3 azulgrená (confira aqui). Com essas peças distribuídas nesse esquema, a tendência é a posse de bola crescer em qualidade e longevidade. Em contrapartida, na minha opinião, diminui, mesmo quase que insignificantemente, a capacidade goleadora do time.



Iniesta, salvo engano, tem 7 ou 8 gols na temporada 2011/2012. Convenhamos, é pouco. Tudo bem que Messi compensa com seus caminhões de gols. Mas para Iniesta, o ponta-esquerda, é pouco. Não que o camisa 8 seja ruim ou tenha o pé descalibrado. Não é nada disso. Apenas entendo que com Cuenca, Pedro ou Tello por ali, a chance da rede ser balançada é maior. É uma questão de característica.

Visto que Alexis é dúvida e dificilmente será relacionado para a partida, e que ao Barça só interessa o resultado positivo, estou apostando em Cuenca e Pedro pelas pontas e Messi na dele, de falso 9. Claro que Guardiola pode seguir com Iniesta na ponta e afundar minha hipótese. Ou quem sabe escalar Fàbregas aberto, recuando Iniesta à meia esquerda (Cesc, aliás, tem o faro de gol bem mais apurado que Andrés). São várias as possibilidades.

Entretanto teimo em tentar prever que os donos da casa irão com dois atacantes de ofício pelas pontas, Messi por dentro (sempre caindo para a direita e voltando à meia-cancha), Busquets na cabeça de área e, nas meias... Bem, nas meias, se minha hipótese for concretizada, são duas vagas para três (ou quatro) jogadores (Xavi, Iniesta e Fàbregas. E Thiago).

Quanto aos visitantes, a previsão é menos difícil. Pelo seguinte: o contra-ataque será fundamental, e a melhor maneira para isso é com Cristiano Ronaldo, Özil, Di María e Benzema no gramado. Ah, e claro, com Marcelo. Depois do ocorrido na terça-feira passada na Allianz Arena, imagino que Coentrão irá amargar o banco em banho-maria.

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Sexta-feira, Abril 20, 2012

Uniformes nacionais da Nike

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Via FutebolMarketing.

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